BRASÍLIA - Cerca de 40 voluntários
que trabalham para a FIFA durante a Copa do Mundo em Brasília afirmam que
passaram mal depois de consumirem as refeições servidas no Ginásio Nilson
Nelson. As reclamações começaram no último sábado, um dia antes do jogo entre
Equador e Suíça, no Estádio Mané Garrincha. Por causa dos relatos, a Vigilância
Sanitária vistoriou o local nesta segunda-feira e deve divulgar na quarta-feira
um relatório final com as causas do problema.
De acordo
com o órgão, os voluntários foram entrevistados e todos disseram que tiveram
dores abdominais e diarreia na noite de sábado. A maioria deles contou que
apenas almoçou na lanchonete, o que leva os técnicos a acreditar que a refeição
daquele dia possa ter sido contaminada por algum tipo de bactéria. Nenhum deles
apresentou febre e o casos são tratados como intoxicação.
O gerente
de alimentos da Vigilância Sanitária, André Godoy, garante que a qualidade da
comida é controlada e que a situação não é preocupante.
- Houve um
pequeno surto causado, provavelmente, por causa de uma bactéria. A comida é
supercongelada, dá mais segurança, mas ter o risco zero é impossível. A cozinha
tem o acompanhamento de nutricionistas e o projeto foi aprovado pela Vigilância.
A
Vigilância também afirmou que o problema será resolvido até o dia do próximo
jogo no Mané Garrincha, na quinta-feira, entre Costa do Marfim e Camarões.
Devido à partida, a lanchonete deve servir 7 mil refeições. Nos outros dias,
quando não há jogos em Brasília, aproximadamente mil pessoas se alimentam na
lanchonete.
Os
voluntários do evento não podem levar alimentos para o estádio. Eles têm o
direito de fazer três refeições gratuitas no refeitório da FIFA e ganham também
um vale-refeição no valor de R$ 20 por dia.
De acordo
com o órgão, os voluntários foram entrevistados e todos disseram que tiveram
dores abdominais e diarreia na noite de sábado. A maioria deles contou que
apenas almoçou na lanchonete, o que leva os técnicos a acreditar que a refeição
daquele dia possa ter sido contaminada por algum tipo de bactéria. Nenhum deles
apresentou febre e o casos são tratados como intoxicação.
O gerente
de alimentos da Vigilância Sanitária, André Godoy, garante que a qualidade da
comida é controlada e que a situação não é preocupante.
- Houve um
pequeno surto causado, provavelmente, por causa de uma bactéria. A comida é
supercongelada, dá mais segurança, mas ter o risco zero é impossível. A cozinha
tem o acompanhamento de nutricionistas e o projeto foi aprovado pela Vigilância.
A
Vigilância também afirmou que o problema será resolvido até o dia do próximo
jogo no Mané Garrincha, na quinta-feira, entre Costa do Marfim e Camarões.
Devido à partida, a lanchonete deve servir 7 mil refeições. Nos outros dias,
quando não há jogos em Brasília, aproximadamente mil pessoas se alimentam na
lanchonete.
Os
voluntários do evento não podem levar alimentos para o estádio. Eles têm o
direito de fazer três refeições gratuitas no refeitório da FIFA e ganham também
um vale-refeição no valor de R$ 20 por dia.
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