O vereador Moabe Soares - PR, Partido da República, conversou hoje, 25, com o prefeito Fábio Bezerra e entregou os cargos ao executivo. Na oportunidade, o vereador justificou sua saída da base governista para fortalecer o Partido da República, no qual terá candidatura própria.
Em seguida, o edil participou da sessão na Câmara Municipal e anunciou de público o rompimento do grupo PR com o prefeito municipal. Moabe Soares, também justificou na câmara o desligamento em prol de uma candidatura do seu partido na majoritária.
Em seu discurso o vereador frisou: "Vou continuar fazendo o meu papel responsável de legislador, farei uma oposição responsável, como fiz na situação. Votarei nos projetos que venham beneficiar a população da Serra do Mel e o município e me posicionarei contrário, quando este projeto não for benéfico a todos..." Continuou: "Tive uma conversa franca com o prefeito e entreguei os cargos a sua disposição, estou me desligando do governo por um projeto melhor para toda a Serra do Mel e em nome da candidatura própria do meu partido - PR, estaremos filiando e lançando a candidatura do ex-prefeito Bibiano."
O vereador que se destacou na Câmara por ter um posicionamento independente, apesar de ter feito parte da base governista, nunca votou em um projeto somente para satisfazer o desejo do prefeito ou simplesmente por fazer parte da bancada. Inclusive, quando o prefeito enviou para a Câmara o projeto revogando a gratificação dos servidores que concluísse a pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado), diminuindo os valores destas gratificações e consequentemente desestimulando os profissionais de fazer uma pós, Moabe Soares votou contra o projeto do executivo.
Josivan Bibiano, ex-prefeito do município, será o pré-candidato a prefeito pelo partido da República, inclusive com o aval dos deputados Zenaide Maia, George Soares e o presidente do PR no Estado, ex-deputado João Maia.
Os vereadores situacionista - Oliveira, Mércia Costa e Zé da Pipa -não participaram da sessão e os edis Juninho Maia e Castro júnior que fizeram oposição durante estes três anos, estiveram na câmara, mas não participaram dos trabalhos legislativo. Com a ausência da maioria dos vereadores as matérias não foram colocadas em votação.



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