O deputado federal eleito pediu para que o STF investigue se magistrado foi omisso nos atos terroristas ocorridos em Brasília.
"Segundo consta em vários veículos de imprensa, há fortes evidências de que o ministro havia sido informado dos acontecimentos, inclusive, por parte da agência de inteligência brasileira. Pedi que a ABIN fosse oficiada para confirmar tal fato", pontuou o parlamentar, que classificou a suposta omissão de Flávio Dino como um "fato grave".
No documento, que o jornal O TEMPO teve acesso, o deputado eleito afirma de que há diversas evidências de que tanto o presidente Lula (PT), quanto o Ministro, possivelmente, sabiam dos fatos que ocorrera no último dia 08.
Dentro da contextualização, Nikolas afirma que, pela própria fala do magistrado a veículos de comunicação, ele sabia dos riscos e foi informado de mudanças nas estratégias de segurança antecipadamente, porém, deliberadamente, se omitiu em tomar a necessárias precauções a que seu cargo, invariavelmente, lhe permite.
"Sendo verdadeiro, os fatos são muito graves, uma vez que a lei brasileira prevê nesses casos que a pessoa seja punida pelos atos que não impediu. Ou seja, nesse tipo de omissão, ele tinha o dever, por lei, de impedir qualquer resultado criminoso", completou Nikolas.
O Tempo

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