O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) relembrou hoje que o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), apoiou a eleição de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República em 2018.
"A conta do Twitter dele deve ser administrada por alguém que não se recorda disso", afirmou Lula por meio de nota ao UOL. A declaração ocorreu depois de o político ter reagido a críticas do petista sobre a condução econômica do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
ministro, Ciro Nogueira.
Ciro também reagiu a declarações como as de Lula, Rui Costa e do ex-ministro Aloizio Mercadante.
"O governo Bolsonaro quebrou o estado brasileiro. Serviços essenciais ou já estão paralisados ou correm grande risco de serem totalmente comprometidos", disse Mercadante na última terça-feira (6).
Em nota, o atual Ministério da Economia disse que a dívida pública caiu em relação ao PIB do país. O ministério afirma ainda que o Brasil deve encerrar o ano de 2022 em superávit primário, algo que não acontece desde 2013.
"A dívida bruta do governo deverá terminar o ano representando 74% do PIB, com um superávit primário de 23,4 bilhões de reais, o primeiro desde 2013. Será o primeiro governo que encerra o mandato com endividamento em queda: em 2018, a relação dívida/PIB chegou a 75,3%. Demais países emergentes e desenvolvidos têm projeções de crescimento de dívida em comparação com as taxas observadas antes da pandemia", conclui.
Procurada pelo UOL, a equipe de transição voltou a afirmar hoje que, com Bolsonaro não há previsão orçamentária para o Estado seguir funcionando em suas atividades essenciais na projeção para 2023.
"O governo eleito, junto com o Congresso Nacional, é quem irá resolver a questão fiscal do país, inclusive das contas deste final de ano, com a aprovação da PEC do Bolsa Família e terá que tomar medidas adicionais para aumentar a eficiência do gasto público e de receitas sem o aumento da carga tributária", disse.
UOL

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