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quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Homem é devorado por leões após tentar roubar filhote


Um homem foi devorado por dois leões no zoológico de Accra, capital de Gana. Ele é suspeito de ter tentado roubar um filho da mesma espécie do local. 

De acordo com comunicado à imprensa emitido pela Comissão Florestal do país, o intruso foi visto por um funcionário do zoológico neste domingo (28), por volta das 12h. 

John Allotey, chefe executivo da Comissão Florestal, relatou que o gerente do local viu o homem ser segurado pelo pescoço por um dos leões. 

"Os leões do zoológico têm filhotes e se você chegar muito próximo podem sentir que você está tentando levar os bebês deles", disse Benito Owusu Bio, vice-ministro de Terras e Recursos Naturais do país, que completou com um pedido: "pedimos ao público que não faça nada parecido com isso". 

O homem teria pulado as cercas de segurança e entrado no local onde ficam os leões. Neste local, ficam um leão adulto, uma leoa adulta e dois filhotes. 

Segundo autoridades, o motivo real da invasão por parte do homem ainda não foi descoberto. No entanto, o site do país My Joy Online alega que sua motivação era o roubo de um dos filhotes. 

Devido ao incidente, o zoológico de Acra está temporariamente fechado para a visitação pública. Segundo relatos, a população da cidade está em choque com o acontecimento. (Com informações de ABC News)


segunda-feira, 22 de agosto de 2022

TRAGÉDIA Mulher morre vítima de choque elétrico no dia do aniversário da filha em Mossoró Uma mulher morreu eletrocutada no dia do aniversário da própria filha, na madrugada de domingo (21), na zona rural de Mossoró. O caso aconteceu na Comunidade Pedra Branca, às margens da BR-405. A vítima foi identificada como Débora Adriana Fernandes Souza, de 45 anos. adSenseBoxΧO Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que a vítima sofreu a descarga elétrica quando encostou na parte desencapada de uma...


Uma mulher morreu eletrocutada no dia do aniversário da própria filha, na madrugada de domingo (21), na zona rural de Mossoró. O caso aconteceu na Comunidade Pedra Branca, às margens da BR-405.

A vítima foi identificada como Débora Adriana Fernandes Souza, de 45 anos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que a vítima sofreu a descarga elétrica quando encostou na parte desencapada de uma extensão.


Mossoró Notícias 

Adolescente de 14 anos perde a vida em Currais Novos e pai faz alerta em grupos sobre jogo de internet ‘Free Fire’ que teria causado a morte do filho


Um policial militar de Currais Novos fez um alerta em grupos de whats app após o filho de 14 cometer suicídio neste domingo em Currais Novos.

O pai atribuiu a tragédia a um jogo violento de internet, o Free Fire.

O menino é filho do policial e de uma radialista e blogueira da cidade.

Segundo informações do próprio jogo na internet, “o Free Fire é um jogo de tiro e sobrevivência mundialmente famoso disponível no celular. Cada partida dura cerca de 10 minutos e coloca o jogador em uma ilha para enfrentar 49 na luta pela sobrevivência. Os jogadores chegam ao mapa de avião e podem escolher quando saltar de paraquedas. Como sobreviver? Permaneça na zona segura o máximo possível e explore o terreno ao máximo: dirija veículos rápidos, esconda-se nas trincheiras ou encontre seus oponentes no campo aberto. Procure pelo melhor equipamento e não tenha piedade, o objetivo é um só: sobreviver até o último instante”.

O jogo não é recomendado para menores de 17 anos por conter “violência e sangue”.

Ainda sobre as recomendações do jogo:

“Procure por armas, fique dentro da zona segura no jogo, saqueie seus inimigos e torne-se a última pessoa em pé. Ao longo do caminho, colete airdrops, evitando ataques aéreos para ganhar essa pequena vantagem contra outros jogadores”.

O vício no jogo Free Fire já levou uma criança de 11 anos a cometer suicídio no Maranhão.

A morte de um menino de 10 anos no município potiguar de Afonso Bezerra também foi atribuída ao jogo.

FONTE: thaisagalvao.com.br

domingo, 16 de janeiro de 2022

Matei os meus meninos, me deixa morrer’, disse mãe que matou os filhos a policial logo após o crime


Eram quase duas da tarde do último dia 10, num patrulhamento de rotina no Parque Fleixal, no município de Guapimirim, na Baixada Fluminense, quando o cabo da Polícia Militar Luiz França teve sua atenção voltada para o chamado de um morador. A pessoa alertou sobre uma tragédia perto dali. França chegou até o local da ocorrência e percebeu que o portão estava aberto. Acompanhado de outros dois policiais, entrou na casa. Havia sangue espalhado na parede da sala. Ao lado do sofá, com os pulsos cortados em profundidade, uma jovem mulher sentada no chão. Ela apontou para um dos quartos, onde duas crianças estavam mortas sobre a cama. Ela gritava: “Matei os meus filhos, deixa eu morrer”.

As vítimas, Arthur Moisés e Bruno Leonardo Ferreira da Silva, de 3 e 6 anos, respectivamente, eram filhos da dona de casa Stephani Ferreira Peixoto, de 35. O cabo França, do 34º BPM (Magé), declarou em depoimento à 67ª DP (Guapimirim), que ouviu a confissão da mãe das crianças, testemunhada ainda por seu colega de farda e um policial civil. Este último, acionado por uma vizinha. França relatou que sentiu um forte cheiro de gás na casa. Ao chegar à cozinha, percebeu que todas as bocas do fogão estavam abertas, inclusive a do forno. Desligou tudo e colocou o botijão do lado de fora, por medo que explodisse.

Os médicos do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foram acionados, mas já era tarde. Só foi possível constatar as mortes dos meninos. Stephani foi estabilizada no local, mas como o caso era grave, precisou ser levada para o Hospital de Guapimirim. Do lado de fora da casa, chorando muito, sentado na calçada, estava o marido da acusada e pai das crianças, Carlos Leonardo da Silva, de 38 anos, sem coragem para ver o que aconteceu, mesmo chegando antes dos policiais no local.

Aos investigadores da delegacia de Guapimirim, Carlos contou que vivia há 15 anos com Stephani, com quem teve três filhos. Além de Arthur Moisés e Bruno Leonardo, tem o mais velho, com a idade do tempo que o casal mantinha a união estável. Em seu depoimento, o pai dos meninos disse que, no último dia 7, os cinco estavam em casa, quanto ela disse que iria ao mercado de carro. Ele contou ter se oferecido para saírem juntos com os filhos a fim de darem um passeio, mas que ela não aceitou.

Segundo Carlos, ela teria saído a pé, retornando três minutos depois. Ele disse que ela o agrediu de “forma gratuita”, com socos, tapas e pontapés. Para se defender, de acordo com suas declarações na delegacia, a segurou para afastá-la. Disse ainda que Stephani pegou uma faca para tentar atingi-lo, assim como ao filho mais velho. O adolescente, então, teria retirado a faca das mãos da mãe, conforme o relato de Carlos, que disse ter chamado a Polícia Militar. No entanto, ele afirmou que decidiu não fazer o registro, preferindo sair de casa. Essa já era a terceira vez que se separava de Stephani, mas eles sempre se reconciliavam.

No fim de semana anterior à tragédia, Carlos contou que enviou uma mensagem de texto no WhatsApp dizendo que queria ver os filhos. De acordo com seu relato, a mulher respondeu que ele só veria as crianças na Justiça. Na segunda, dia 10, ele pretendia ver um advogado, mas recebeu uma ligação dela em que anunciava ter matado as crianças e que estava tentando se matar, “mas não conseguia morrer”. Ele contou que, desesperado, pegou o carro e foi até a casa deles. Chamou a vizinha para acompanhá-lo, arrombou o portão, que estava trancado por um cadeado voltado para dentro, mas não teve coragem de entrar na casa. Daí, segundo ele, ficou esperando a polícia sentado na calçada.

No depoimento, ele disse que não imaginava que ela fosse ter coragem, por ser uma “boa mãe, pois fazia o dever dela normal de mãe”. Para ele, Stephani poderia fazer algo contra ele, pois, segundo seu relato, ela o ameaçou de “cortá-lo de cima até embaixo enquanto estivesse dormindo, mas não em desfavor dos filhos”.


Embora Carlos afirme que a Stephani tinha um temperamento agressivo, o exame de corpo de delito dela revelou algumas marcas nela pelo corpo. O laudo da perícia informa que ela tinha edema no nariz e múltiplas equimoses na mama direita. A acusada contou aos peritos que foi agredida a soco e cadeiradas pelo marido, no dia da briga que o casal teve, no último dia 7. Uma vizinha ouvida na delegacia, a mesma que chamou a polícia por causa duplo assassinato, contou que o marido dela, na noite do desentendimento entre Carlos e Stephani, ouviu gritos por socorro vindos da casa e que a voz era mulher.

A Justiça decretou a prisão preventiva de Stephani, que se reservou ao direito de permanecer calada. Ela se encontra internada no Hospital Psiquiátrico Roberto Medeiros, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu.

O Globo

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Avião de Marília Mendonça cai em Minas; morte da cantora é confirmada


Cantora estava na aeronave chegando em Caratinga para fazer um show na cidade. Queda aconteceu no distrito vizinho, em Piedade de Caratinga.
O avião que levava a cantora sertaneja Marília Mendonça caiu na tarde desta sexta-feira (5/11) em Piedade de Caratinga, na Região do Vale do Rio Doce. A cantora e mais quatro pessoas morreram no acidente.

A assessoria de Marília Mendonça disse que a cantora, um produtor e um assessor estavam no avião, além do piloto e copiloto.

''Há também um forte odor de combustível no local, mas não apresenta chamas nem há risco de submersão da aeronave'', informou a corporação. Bombeiros contam com o apoio do Samu. 


domingo, 19 de setembro de 2021

'Ela morreu rastejando', diz irmão que esperava nos EUA por brasileira que não aguentou cruzar fronteira com o México


RIO — O corpo da brasileira 
Lenilda Oliveira dos Santos, de 49 anos, foi encontrado no final de um rastro que ficou marcado na areia do deserto, no Novo México, nos Estados Unidos. A técnica de enfermagem morreu enquanto tentava se rastejar em direção a uma pedra. A vítima era uma técnica de enfermagem que tentava entrar no país de forma ilegal, em grupo, mas foi deixada para trás pelos colegas. Ela provavelmente morreu de sede e fome.

— Nós procuramos um advogado, que entrou em contato com a polícia de lá (Deming, uma cidade do Novo México). Os policiais foram para onde ela tinha mandado a localização, pelo celular, mas a Lenilda não estava no local. Então eles fizeram uma varredura em (um raio de) 5 milhas. O corpo dela foi encontrado na direção de uma rocha, ela morreu rastejando, tinha um rastro atrás dela. Provavelmente ela buscava um lugar para encostar e ter sombra — disse o irmão da vítima, Moizaniel Pereira de Oliveira, 46 anos.

Lenilda atravessou ilegalmente a fronteira entre México e Estados Unidos. Ela estava viajando com alguns conhecidos de Vale do Paraíso, em Rondônia, onde morava antes de tentar a travessia. O grupo também estaria com um "coiote". Durante a caminhada, Lenilda começou a ficar desidratada e não conseguiu continuar. Ela acabou abandonada pelos colegas e pelo "guia".

Enquanto esteve sozinha, Lenilda enviou áudios para a família. Nas mensagens, ela tentava mostrar otimismo e acreditava que seus colegas voltariam para buscá-la, conforme prometeram. Mas sua voz demonstrava que estava debilitada. “Eu estou escondida. Manda ela trazer uma água para mim, porque não estou aguentando de sede”, diz em uma das mensagens.

 Foi uma covardia grande demais, eles são todos de Vale do Paraíso, tudo gente conhecida. E agora não temos informações sobre eles, mas acho que conseguiram entrar nos Estados Unidos. Apesar dessa crueldade, eles devem estar aqui (nos EUA). Eles eram pessoas caminhando pelos mesmos sonhos. Você vai deixar o sonho do outro morrer? O que custa ajudar o outro a sonhar junto? — disse.

Destino era Pittsburgh

Moizaniel mora em Pittsburgh, na Pensilvânia, um estado situado no nordeste americano. Era para lá que Lenilda se dirigia. Se conseguisse chegar a Delming, no Novo México, ela seguiria de ônibus ao encontro do irmão.

Ela tentou entrar ilegalmente há um tempo, ficou presa uns três meses no Arizona e foi deportada. Ela ficou mais ou menos um mês no Brasil e voltou para cá. Eu sempre dizia para ela não vir assim, não se arriscar, para esperar o consulado abrir e tentar o visto. Mas quando eu soube ela já estava no México esperando para atravessar a fronteira — disse Moizaniel.

Lenilda já tinha atravessado o deserto. Em 2003, ela, o ex-marido e Moizaniel entraram ilegalmente nos EUA e ficaram por quase dez anos, até retornarem ao Brasil. Moizaniel voltou à América do Norte em 2018, em busca de trabalho. Dessa vez, ele estava com o filho pequeno e a imigração acabou autorizando o ingresso dele legalmente.

Como Lenilda não tem filho pequeno, ela tentou repetir a travessia pelo deserto. Mas 18 anos depois da primeira experiência, a técnica de enfermagem já não tinha mais físico para suportar o calor do deserto.

— Eu e minha mulher trabalhamos com limpeza de casas. Ela viria para trabalhar com a gente, mas infelizmente o sonho dela foi frustrado na metade da viagem — disse Moizaniel. — Minha irmã não merecia, ela foi uma técnica de enfermagem que ajudou a salvar muitas vidas durante a pandemia — acrescentou.

Traslado do corpo

A família de Lenilda agora tem que lidar com as despesas para trazer o corpo da técnica de enfermagem ao Brasil. As filhas da vítima foram às redes sociais pedir ajuda para que consigam arcar com os custos. Uma vaquinha foi criada por elas com objetivo de arrecadar dinheiro.

Moizaniel também relata ter recebido doações da comunidade brasileira que vive nos Estados Unidos. Ele calcula em U$ 15 mil o valor total que precisará para despachar o corpo.

 Já não tenho mais lágrimas, já secaram de tanto chorar. Então agora eu só trabalho para dar conta de pagar a despesa e levar o corpo para o Brasil. Assim eu ocupo a cabeça, para não desorientar. E também quero terminar logo de mexer com papelada, quanto mais demora mais machuca — afirmou.

O GLOBO entrou em contato com o Itamaraty para saber se o Ministério das Relações Exteriores irá prestar algum apoio à família de Lenilda após a tragédia. Em nota, a pasta disse estar à disposição, mas reforçou que ainda não foi notificada pelas autoridades locais sobre o caso da brasileira:

"A rede consular do Itamaraty está à disposição para prestar toda a assistência cabível, respeitando-se os tratados internacionais vigentes e a legislação local. Os Consulados-Gerais do Brasil em Houston e Los Angeles, bem como a Embaixada do Brasil no México, não foram, até o momento, notificados pelas autoridades locais sobre o caso.

Em caso de falecimento de cidadão brasileiro no exterior, os consulados brasileiros poderão prestar orientações gerais aos familiares, apoiar seus contatos com autoridades locais e cuidar da expedição de documentos, como o atestado consular de óbito. O traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior para o Brasil é uma decisão da família. Não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos".